Costa do Marfim afunda na xenofobia
Mais uma eleição “democrática” faz aflorar o que as pessoas têm de pior dentro de si. Desta vez, é na Costa do Marfim. Mais uma nação africana “forjada” a ferro e fogo pelo antigo colonialismo europeu, que misturou tradicionais inimigos tribais sob um mesmo guarda-chuva nacional, a Costa do Marfim está longe de ser uma nação de gente que se sente abrigada numa mesma pátria. Ela lembra mais um caldeirão em ebulição, repleto de elementos químicos conflitantes, que explodem quando se fundem. Na Costa do Marfim, esses elementos são a xenofobia e o racismo.
A briga que aflora é entre duas forças eleitorais que não querem reconhecer o resultado das urnas. De um lado, está o atual presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, que não quer deixar o poder. De outro, o presidente eleito e reconhecido pela comunidade internacional, Alassane Ouattara. Em luta feroz, até a última gota de sangue, os partidários dos dois. Entre os brigões está a população civil, que sempre é a parte mais prejudicada…
A briga que aflora é entre duas forças eleitorais que não querem reconhecer o resultado das urnas. De um lado, está o atual presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, que não quer deixar o poder. De outro, o presidente eleito e reconhecido pela comunidade internacional, Alassane Ouattara. Em luta feroz, até a última gota de sangue, os partidários dos dois. Entre os brigões está a população civil, que sempre é a parte mais prejudicada…