A solidariedade afasta os abutres
Com a marca da morte atingindo o nível de quase 700 pessoas e ainda incontáveis desaparecidas – sem levar em consideração os milhares de animais de todos os portes que morreram sob a lama e a água –, o cheiro de cadáver começa a tornar o ar insuportável na outrora bela serra do Rio de Janeiro.
Os abutres vivem da morte alheia, e esta condição lhes é natural e até necessária. Mas não são os abutres que estão aparecendo em grande quantidade naquele cenário de tragédia. Em meio à crescente horda de gente solidária e disposta a ajudar, infiltram-se os insensíveis que se aproveitam da desgraça alheia para se dar bem.
A primeira espécie desses abutres são os que se aproveitam do abandono dos lares e estabelecimentos comerciais atingidos para surrupiar objetos de valor. Aconteceu também aqui, em Blumenau. E não eram bandidos, no estrito sentido da palavra. Era gente comum, que nunca roubou, sem ficha corrida na polícia. Eles chegam como quem não quer nada, até ajudam quando solicitados, mas nã…
Os abutres vivem da morte alheia, e esta condição lhes é natural e até necessária. Mas não são os abutres que estão aparecendo em grande quantidade naquele cenário de tragédia. Em meio à crescente horda de gente solidária e disposta a ajudar, infiltram-se os insensíveis que se aproveitam da desgraça alheia para se dar bem.
A primeira espécie desses abutres são os que se aproveitam do abandono dos lares e estabelecimentos comerciais atingidos para surrupiar objetos de valor. Aconteceu também aqui, em Blumenau. E não eram bandidos, no estrito sentido da palavra. Era gente comum, que nunca roubou, sem ficha corrida na polícia. Eles chegam como quem não quer nada, até ajudam quando solicitados, mas nã…