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Mostrando postagens com o rótulo Israel

Proibição da circuncisão irrita judeus na Alemanha

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Empresas cúmplices

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Direção das igrejas Metodista Unida e Presbiteriana, dos Estados Unidos, vão encaminhar moção às respectivas assembleias gerais a proposta de isolamento das empresas que lucram com a ocupação israelense na Palestina. São lembradas, entre outras, empresas como a Caterpillar, a Motorola e a Hewlett-Packard.

A jornalista Elizabeth Bolton, da Jewis Voice for Peace Rabbinical Council (Voz Judaica para a Paz do Conselho de Rabinos) relatou que as duas denominações e seus seguidores que defendem o fim dos assentamentos israelenses na Cisjordânia e na parte leste de Jerusalém estão sendo atacadas violentamente por causa dessa posição.

Rabinos emitiram carta de apoio a metodistas e reformados. “Cremos que investir em empresas que estão se beneficiando com a injusta ocupação reduz as possibilidades de atingir a paz e é contrária aos valores judeus”, argumentaram.

A carta dos rabinos reporta-se aos tempos de cativeiro do povo judeu, “uma experiência que não queremos nem para nós nem para os …

Uma decisão histérica

O grau de exagero com que o moderno estado de Israel encara seus opositores ficou mais uma vez expresso no caso da poesia do Nobel de Literatura alemão Günter Grass. O escritor acusou Israel de querer aniquilar o Irã belicamente e o seu país, a Alemanha, de ser conivente com tal devaneio. Por conta do texto, o escritor foi declarado Persona Non Grata por Israel, o que é o mesmo que dizer que ele não é mais bem-vindo no país. A declaração foi transmitida pelo ministro do interior de Israel, Eli Jischai, que classificou o poema de Grass como uma tentativa de alimentar o ódio contra o povo e o estado de Israel. A declaração foi considerada exagerada e “um tanto histérica”. Segundo um ex-diplomata israelense em Berlim, a proibição é populista, uma vez que Grass nunca foi anti-semita.

O que precisa ser dito

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O mais famoso escritor alemão vivo e Nobel de literatura Günter Grass é o principal motivo de uma nova guerra diplomática entre Israel e a Alemanha.

Numa poesia lírica construída em forma de prosa, o escritor de 84 anos diz palavras duras contra Israel, que quer iniciar uma guerra contra o Irã por conta do programa atômico iraniano. Há suspeitas não comprovadas de que o país islâmico estaria secretamente usando o seu programa nuclear para construir bombas atômicas.

O título do poema, “O que precisa ser dito”, acusa Israel de querer desestabilizar a paz mundial, ao querer bombardear as instalações nucleares iranianas. Acusa também a Alemanha de vender submarinos nucleares a Israel, que podem ser usados contra o Irã, tornando a Alemanha cúmplice de um erro inaceitável. Grass diz ainda que sua decisão de falar o que pensa será fatalmente interpretado como anti-semitismo, porque esta sempre foi a forma de encarar qualquer declaração de um cidadão alemão que critique Israel.

Para além d…

Comediantes em Israel usam hit “Ai se eu te pego” para criticar ultraordoxos

Uma dupla de comediantes criou polêmica em Israel ao fazer uma paródia da música “Ai se eu te pego” do cantor brasileiro Michel Teló. Na nova versão, os dois israelenses cantam uma canção sobre os conflitos protagonizados recentemente por judeus ultraortodoxos, que pretendem impor uma segregação dos sexos no país.

No último mês de dezembro, de acordo com queixas recebidas pelas autoridades locais, judeus ultraortodoxos cuspiram e repreenderam de forma “desrespeitosa” alunas de uma escola primária. A justificativa para os atos seria o comportamento e o vestuário.

No vídeo, os comediantes aparecem vestidos com trajes usados por ultraortodoxos dançando ao lado de duas mulheres vestidas com fantasias típicas do carnaval brasileiro. Até o fechamento desta matéria, a paródia já havia sido vista mais de 145 mil vezes no Youtube.

Retirado do Opera Mundi

A mais terrível das noites

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A “Noite dos Cristais” (Kristallnacht), na passagem de 9 para 10 de novembro de 1938, deu início à terrível história do holocausto que exterminou seis milhões de judeus na Alemanha e em toda a Europa. Até o final da guerra, em 1945, representou uma das mais sádicas e inacreditáveis histórias de xenofobia e ódio racial que a realidade foi capaz de procuzir e nenhum escritor até então, por mais imaginativo que fosse, foi capaz de antecipar. Durante a Noite dos Cristais, multidões inteiras saíram às ruas para quebrar e incendiar tudo o que lembrasse a existência dos judeus: sinagogas, comércios, indústrias, bancos e casas particulares. Tudo foi destruído pelo fogo e os quebra-quebras, alimentados pelo combustível explosivo do ódio. Foi o maior pogrom de que se tem notícia, essa prática que já vem da idade média, em que se fazia arrastões para expulsar judeus ou outros indesejados.


Logo em seguida a esta terrível noite, estarrecidos e sem nenhuma proteção, sem qualquer protesto ou mesmo …

Palestina é admitida na Unesco

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Crianças palestinas olham por um buraco para as terras usurpadas.

A adesão da Palestina à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Estado-membro afeta as perspectivas de um acordo de paz, afirmou nesta segunda-feira o governo israelense, ao condenar “a manobra unilateral” palestina. A conseqüência imediata é que o governo dos EUA anunciou que pretende suspender os repasses financeiros à Unesco. Os israelenses deverão seguir o exemplo norte-americano e retirar o apoio financeiro.

Em 2011, a contribuição financeira dos EUA para a Unesco foi de 70 milhões de dólares, o que representa 22% do orçamento da organização. Junto com a parte de Israel, o total de ajuda representa cerca de um quarto do seu orçamento, o que fará com que seja difícil à entidade cumprir sua missão.

A delegação do Brasil votou pelo ingresso da Palestina na Unesco. A decisão foi aprovada por 107 votos a favor, 14 contrários e 52 abstenções, e representa a primeira vitória dos …

Típica confusão pentecostal

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A falta de conhecimento da história e a leitura fundamentalista das sagradas escrituras são uma combinação perfeita. O resultado, abaixo do traço, é a ignorância total. Um exemplo interessante vem da Guatemala, onde 300 evangélicos saíram às ruas da capital do país ontem, dia 5 de outubro, para criticar o apoio que o presidente da República, Alvaro Cólom, anunciou para a criação de um Estado palestino.

O objetivo do grupo, segundo Felipe Marroquin, um dos organizadores da passeata, é “expressar repúdio”. O apoio ao Estado palestino poderia converter-se numa maldição para a Guatemala, alegam os manifestantes, porque significa ir contra o povo eleito por Deus. “Tudo o que estiver na contramão disso será amaldiçoado”, disseram. Eles entregaram carta contendo o seu posicionamento à Embaixada de Israel e enviaram uma cópia ao primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu. (com informações de ALC)

Confundir o estado moderno de Israel com o povo de Deus na Bíblia é uma das mais graves r…

Em favor do Estado da Palestina

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O velho e o ônibus

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Nos arredores da cidade de Hebron (Al-Khalil), a nordeste do centro histórico, localiza-se o Wadi Al-Ghrous, um vale localizado entre as duas colinas onde estão instalados dois assentamentos israelenses: Qiryat Arba (ao sul) e Givat Harsina (ao norte). O primeiro foi estabelecido em 1968 e o segundo no início da década de 1980 por colonos removidos do Sinai após o tratado de paz entre Israel e o Egito. Algumas famílias palestinas continuam vivendo ali, resistindo à pressão criada pelos assentamentos circundantes, que se manifesta normalmente através do confisco de terras e da violência dos colonos. Em meio a esse conturbado ambiente, encontra-se a história de perseverança de um velho e seu ônibus.

Sozinho, agarrando-se ao pouco que resta de sua terra, um idoso de 80 anos chamado Abd Al-Hasib Atta Zaloum passa a maior parte do tempo embaixo de uma árvore. Durante toda a sua longa vida testemunhou inúmeros acontecimentos-chave do conflito árabe-israelense, como as guerras de 1948 e 196…

Os evangélicos americanos e Israel

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Tela do novo vídeogame "Left behind", baseado numa série de livros, filmes e programas fundamentalistas sobre o Apocalipse e o Juízo Final.

Um artigo do jurista e escritor espanhol Gustavo Vidal Manzanares, publicado no site Lupa Protestante, ilumina com luz brilhante a relação escatológica por trás do apoio dos evangélicos norte-americanos a Israel. O triste resumo de toda essa ópera bufa é apressar o Juízo Final. Exatamente! A crença de que Cristo voltará no dia em que Israel estiver reunido na Terra Prometida é o “princípio teológico” por trás do apoio incondicional das igrejas evangélicas dos EUA a tudo que Israel faz no Oriente Médio. Segundo esses cristãos – que lamentavelmente também são a maioria dos políticos no poder nos EUA –, é tudo desígnio de Deus. Veja você mesmo, no texto delicioso de Manzanares, que você pode ler também em espanhol aqui. Para facilitar, traduzi e publico abaixo:

Sem dúvida, muitos na Europa ignoram a conexão entre este terror judeu e a igrej…

Pedras contra tanques

A organização de direitos humanos israelense B’Tselem acusou o governo de Israel nesta semana de prender e julgar crianças palestinas acusadas de jogar pedras no exército de Israel nos territórios árabes ocupados. O grupo apresentou um relatório, no dia 18 de julho, mostrando que 93% dessas crianças palestinas presas na Cisjordânia foram julgadas em tribunais militares e condenadas a penas de até 20 meses.

Embora os tribunais de Israel proíbam a detenção de crianças menores de 14 anos, militantes da B’TSelem entrevistaram 50 crianças palestinas e 30 delas contaram que foram tiradas de suas casas no meio da noite e que seus pais não puderam acompanhá-las. Mais de 20 disseram que não puderam dormir, ir ao banheiro ou comer enquanto esperavam pelo interrogatório.

O Exército israelense disse em comunicado que atirar pedras é uma “transgressão criminal séria” e que muitas crianças estavam sendo exploradas por “grupos terroristas”. Jogar pedras em tropas e blindados de Israel é algo que as cr…

Os leões que a Palestina enfrenta

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A Palestina tem dois leões para enfrentar. O primeiro, todo mundo sabe, é Israel. O segundo são os EUA.

Ainda na semana passada, eu tive oportunidade de palestrar para um grupo de homens em Balneário Camboriú, da Legião Evangélica Luterana da comunidade local, sobre o confronto entre Israel e Palestina. Falamos sobre as origens históricas do conflito, a criação do Estado de Israel, que é um equívoco teológico confundir o Israel bíblico com o moderno Estado de Israel, essas coisas. Vimos que o próprio povo de Israel fica vexado com a agressividade bélica contra a Palestina, praticada pelo governo e exército israelense.

Falamos sobre toda a dramática situação na fronteira da Faixa de Gaza, onde não há somente agressões mútuas diárias, mas onde o povo palestino é humilhado todos os dias nos postos de controle. A cada dia, antes de ir ao trabalho, uma dose maciça de humilhações de toda ordem, praticadas por moleques de 17 ou 18 anos, milicos de Israel, que se acham a última bolacha do pacot…

Vila Sésamo contra a intolerância

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Personagens e produtores da Shra’a Simsim em evento de apresentação do programa.

Em meio a um conflito que dura mais de 60 anos, uma nova comitiva chegou para promover a paz entre israelenses e palestinos. Em Israel, Gaza e na Cisjordânia, Garibaldo, Elmo, Ênio, Cookie Monster e sua turma da Vila Sésamo tentam superar as diferenças e transmitir mensagens de paz e tolerância para as crianças do Oriente Médio.

De acordo com a Unicef, as crianças são maioria nas populações dos territórios palestinos e as principais afetadas pelos conflitos. Pensando nisso, a Sesame Workshop – instituição norte-americana sem fins lucrativos que produz o programa – criou o Shra’a Simsim, personalizando as histórias e personagens de acordo com a realidade vivida pelas crianças de ambos os povos. Todo o enfoque do programa foi pensado após extensas pesquisas realizadas com crianças palestinas e israelenses.

Episódios que mostram a necessidade de união de todos para enfrentar catástrofes, ou que falam de superar…

Um mundo plural e tolerante

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Joseph Weiler é o advogado de defesa de um grupo de nações, lideradas pela Itália, que recorreu da decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos que dizia que os crucifixos nas salas de aula italianas violavam a liberdade religiosa (o recurso ainda não obteve resposta). É um dos maiores especialistas em direito constitucional europeu.

Na questão dos crucifixos, argumenta que remover a cruz é algo realmente antiliberal. Permitir a cruz é a posição liberal, a posição pluralista, porque a Europa tem tanto uma França quanto uma Grã-Bretanha. A França é um Estado oficialmente laico, enquanto na Inglaterra o hino nacional é "God Save the Queen" (Deus salve a rainha), e a Rainha é também a chefe da Igreja da Inglaterra. Toda imagem da Rainha em uma sala de aula britânica é tanto um símbolo nacional quanto religioso.

Você poderia dizer que essa é uma grande tradição, que é a Europa autêntica. A posição esclarecida é aceitar uma Europa que inclua a França, como também a Grã-Bretanh…

Abaixo os muros que nos dividem

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O muro que isola o território dos EUA do México e da América Latina toda.

O governo grego anunciou que vai construir um muro com cerca de 13 quilômetros de extensão e três metros de altura na fronteira com a Turquia para evitar a entrada de “imigrantes ilegais”. O modelo copiado pelas autoridades gregas é o muro entre a Califórnia e o México.

O muro de Berlim, derrubado euforicamente há mais de 20 anos, continua sendo cada vez mais copiado em todo o mundo. Já há muros entre as Coreias, entre Marrocos e o Saara Ocidental, entre os EUA e o México, na Cisjordânia, entre Israel e o Egito, Israel e a Faixa de Gaza, entre o Paquistão e o Afeganistão. Agora o muro grego na fronteira com a Turquia entrará nessa lista. Será o segundo a separar zonas de influência dos dois países, contando com o que existe em Chipre.

A chamada “Fortaleza Europa” vai começar a ter forma física na zona fronteiriça de Orestidada, segundo as autoridades gregas. De acordo com dados de Atenas e da agência europeia Fron…

Fábrica de Schindler vira museu

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A fachada da fábrica de Schindler, que agora virou museu em Cracóvia

O industrial Oskar Schindler era um homem rico e influente. Entre seu patrimônio, havia uma fábrica de utencílios de cozinha, por meio da qual ele ajudou a salvar judeus durante a Segunda Guerra. Localizada em Cracóvia, na Polônia, a antiga fábrica de Schindler agora vira museu que atrai hordas de turistas.

A fábrica de Schindler inspirou o diretor norte-americano Steven Spielberg a rodar, em 1993, o mundialmente conhecido A Lista de Schindler, filme que conta os atos heroicos do industrial que salvou 1.200 judeus durante a Segunda Guerra. Antes com os portões fechados, a antiga fábrica só podia ser observada de fora. Desde meados deste ano, o prédio encontra-se aberto ao público.

A prefeitura de Cracóvia transformou a antiga fábrica em um museu e inaugurou a primeira exposição permanente sobre a vida na cidade durante a ocupação nazista, intitulada Cracóvia: ocupação entre 1939 e 1945. A mostra é composta da biografia …

Ironia: Hitler tinha DNA judeu e africano

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Ironia suprema da história, estudos feitos com amostras de DNA dos parentes de Adolf Hitler demonstraram que o Führer tinha ascendência genética africana e judia. O homem que escreveu “Mein Kampf” e provocou o maior genocídio da história em nome da pureza da raça ariana, não era ariano.

A pesquisa foi divulgada pela revista belga Knack. O material utilizado para o teste do DNA foi coletado de 39 parentes do ditador, rastreados a partir de indicações de um jornalista e de um historiador. Eles encontraram o cromossomo chamado Haplogroup E1b1b (Y-DNA) em todas as pessoas ligadas consanguineamente ao líder do Terceiro Reich. Esse cromossomo é raro na Alemanha e mesmo na Europa Ocidental, sendo encontrado com maior frequência nos povos berberes da África, que vivem no Marrocos, na Argélia, na Líbia e na Tunísia, bem como em descendentes de judeus asquenazes e sefarditas, informou o historiador Marc Vermeeren.
A revista Knack fez questão de destacar que as provas do DNA foram testadas em con…

Sobrevivi em Auschwitz!

Este vídeo mostra o idoso Adolek Kohn, de 89 anos, da Austrália, numa dança desajeitada com a família em diversos lugares do campo de concentração de Auschwitz. O vídeo foi postado no Youtube e está provocando polêmica ao redor do mundo. Muitos o consideram ofensivo à memória das vítimas do nazismo, que foram mortas ali.

Entretanto, de cada três que se posicionam sobre o vídeo, dois não se sentem ofendidos pela dança de Adolek e seus netos. “Ele tem todo o direito de dançar em Auschwitz”, dizem principalmente os mais jovens, parentes das vítimas. Acontece que Adolek é um dos sobreviventes dos fornos crematórios de Auschwitz.

No verão passado, sua filha Jane Korman, uma artista plástica residente em Melbourne, convidou o pai para uma viagem com os netos à Polônia, terra dos ancestrais da família. Lá, ele voltou a Auschwitz, onde tiveram a idéia de fazer a coreografia de quatro minutos e meio de “I Will Survive – Dancing in Auschwitz”, o nome do vídeo que postaram no Youtube. Durante seis…

Não temos vergonha dos nossos muros

Em 1986 – lá se vão vinte e quatro longos anos! – eu estive pela primeira vez diante do muro de Berlim; cruzei o muro de Berlim; senti o clima de terror da Stasi à espreita nas ruas de Berlim Oriental permitidas para visitação dos turistas; ouvi um alemão oriental fugitivo dando depoimento no Check-point Charlie; senti o gelo subindo a espinha na hora de enfrentar a verificação do passaporte para voltar a Berlim Ocidental...

Dois anos depois, estive diante da Cortina de Ferro – mais de 1,7 mil quilômetros de cerca dupla, com minas terrestres e mais Stasi em torres de observação, espiando para o ocidente com metralhadoras em punho –, na região de Fulda. Em 1988 também estive em Dresden-Radebeul com a minha família, por uma semana, visitando primos da minha avó materna, com um carro alemão. O passaporte brasileiro facilitou algumas coisas, mas, um ano antes da queda da cortina de ferro, a Stasi virou aquele Monza do avesso antes de nos deixar seguir de volta para o Ocidente... Se alguém …