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Mostrando postagens com o rótulo Música
Carpenter, o performático do órgão de tubos
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Mais de mil trombonistas em Santa Maria de Jetibá
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Ana Schultz aprendeu aos 12 anos e, aos 84, continua tocando trombone.
Numa época bem diferente da que conhecemos hoje, a pequena Ana Schultz, aos 12 anos, aprende a tocar trombone, sozinha, escondida dos pais. Anos depois a menina vira adolescente, se casa na juventude... Ensina ao marido. Os filhos nascem, crescem... O tempo passa. Setenta e dois anos depois, aos 84 anos, Ana Schultz se torna a trombonista mais antiga em atividade do Espírito Santo. Ela mora no pequeno distrito de Garrafão, zona rural, distante 35 quilômetros da sede do município de Santa Maria de Jetibá, na região serrana do Espírito Santo.
O G1 pegou a estrada para conhecer essa história. Um exemplo para muitos jovens da região. "Muita gente se inspira em dona Ana para começar a tocar um instrumento musical na comunidade", conta o maestro do município, Renato Strelow, 23 anos. Dona Ana não fala português, somente o pomerano, língua dos imigrantes que colonizaram a região. Com a ajuda de um intérprete ela…
Numa época bem diferente da que conhecemos hoje, a pequena Ana Schultz, aos 12 anos, aprende a tocar trombone, sozinha, escondida dos pais. Anos depois a menina vira adolescente, se casa na juventude... Ensina ao marido. Os filhos nascem, crescem... O tempo passa. Setenta e dois anos depois, aos 84 anos, Ana Schultz se torna a trombonista mais antiga em atividade do Espírito Santo. Ela mora no pequeno distrito de Garrafão, zona rural, distante 35 quilômetros da sede do município de Santa Maria de Jetibá, na região serrana do Espírito Santo.
O G1 pegou a estrada para conhecer essa história. Um exemplo para muitos jovens da região. "Muita gente se inspira em dona Ana para começar a tocar um instrumento musical na comunidade", conta o maestro do município, Renato Strelow, 23 anos. Dona Ana não fala português, somente o pomerano, língua dos imigrantes que colonizaram a região. Com a ajuda de um intérprete ela…
Earth Song pela Rio+20
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Para não esquecer. Aliás, uma excelente mensagem depois do retumbante fracasso da Rio+20... Michael Jackson e sua criatividade musical primorosa, numa mensagem contundente. Sua habilidade nos arranjos, perfeita, aliada à sua mente preciosa, nos deixa este legado. Veja este clipe, da extraordinária canção “Earth Song”, que poucos conhecem porque nos EUA sempre se tentou esconder esse lado de Jako. É um alerta impressionante sobre tudo que estamos fazendo com o planeta, nossa única morada. As imagens são tão magistralmente eloqüentes que ferem nossa alma. A canção é tão solidamente arrebatadora que nos arrasta como a tempestade do clipe, que tudo renova em sua magnitude apocalíptica. Genial. Simplesmente genial. Para ver e rever muitas vezes.
A nova estrela clássica é da Venezuela
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Para quem acha que a Venezuela se resume às peripécias bolivarianas de Hugo Chávez, sabe muito pouco daquele país magnífico. E esta espetacular orquestra deste vídeo não é de jovens europeus, mas é a Sinfónica Juvenil Simón Bolivar, interpretando as Danças Sinfônicas de Leonard Bernstein.
Mas o que eu queria, de fato, é chamar a atenção para o prodigioso maestro que dirige a Simón Bolivar. Ele é Gustavo Dudamel, um jovem de 31 anos que empolga críticos, plateias e músicos no mundo inteiro. Conhecido por seu modo entusiástico de dirigir, ele arrasta multidões aos concertos com a sua personalidade tão exuberante e esvoaçante quanto a sua vasta cabeleira. Já em 2009 a revista Time o considerou uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. O jovem venezuelano é uma estrela global da música clássica.
Ele cresceu na cidade mais musical da Venezuela, Barquisimeto, onde quase todo mundo tem um instrumento em casa. Gustavo começou a estudar violino aos quatro anos e começou a dirigir o…
Mas o que eu queria, de fato, é chamar a atenção para o prodigioso maestro que dirige a Simón Bolivar. Ele é Gustavo Dudamel, um jovem de 31 anos que empolga críticos, plateias e músicos no mundo inteiro. Conhecido por seu modo entusiástico de dirigir, ele arrasta multidões aos concertos com a sua personalidade tão exuberante e esvoaçante quanto a sua vasta cabeleira. Já em 2009 a revista Time o considerou uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. O jovem venezuelano é uma estrela global da música clássica.
Ele cresceu na cidade mais musical da Venezuela, Barquisimeto, onde quase todo mundo tem um instrumento em casa. Gustavo começou a estudar violino aos quatro anos e começou a dirigir o…
I started the joke...
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Isso aqui já está virando obituário. Quanto mais a gente avança em idade, mais prováveis são as chances de que nossos amigos, ídolos e referências partam. Ontem foi a vez de Robin Gibb. Câncer de cólon foi a luta dele. Agora, dos bons e velhos BeeGees, restam somente as gravações espetaculares e um sobrevivente.
"I started the joke" é uma avaliação bem acertada mesmo... A vida é uma grande brincadeira. A gente entra nela sem querer, sem perceber, sem ambições. E sai dela de fininho, como a gente costuma sair de uma piada de mau gosto, feita por alguém. É, a vida é uma pegadinha... mas quase sempre a gente descobre muito tarde, que "the joke was on me..." Pois é... A gente está envolvido na pegadinha da vida e, muito tarde, descobrimos o quanto andamos irritados à toa com o que nos acontece, até que nos digam: "brincadeirinhaaaa..." E aí a pegadinha acaba...
Sei que também chegará a minha vez. Um dia vou chegar diante do fato consumado, de que a pegadinha…
"I started the joke" é uma avaliação bem acertada mesmo... A vida é uma grande brincadeira. A gente entra nela sem querer, sem perceber, sem ambições. E sai dela de fininho, como a gente costuma sair de uma piada de mau gosto, feita por alguém. É, a vida é uma pegadinha... mas quase sempre a gente descobre muito tarde, que "the joke was on me..." Pois é... A gente está envolvido na pegadinha da vida e, muito tarde, descobrimos o quanto andamos irritados à toa com o que nos acontece, até que nos digam: "brincadeirinhaaaa..." E aí a pegadinha acaba...
Sei que também chegará a minha vez. Um dia vou chegar diante do fato consumado, de que a pegadinha…
Donna do meu coração...
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Estou triste. Acabo de abrir o jornal, de papel(!), e descubro que Donna Summer morreu ontem, na Califórnia. Mesmo na era da informação digital, quando não se tem tempo de ficar conectado o tempo todo, as notícias chegam a conta-gotas até a gente.
Mas o meu assunto não é a mídia ou a falta de tempo para estar conectado. O meu assunto e Donna Summer, a grande diva da disco music dos anos 70!
Ainda sinto o coração pulsar no mesmo ritmo da ousada canção, aí do vídeo, acima. Era uma coisa muito especial e a gente abria ao máximo o volume do pequeno rádio transistorizado (!) conectado a uma caixa amplificadora, só para sentir o som pulsante de “I feel Love”. Comprida e, quando terminava, a gente queria mais. Ouvindo essa batida, não é difícil fazer a conexão entre Donna, sua música genialmente ritmada, e Michael Jackson, não é mesmo? Michael endeusava Donna Summer e a considerava sua segunda mãe.
Mais uma vítima da doença do século, Donna foi ceifada pelo câncer aos 63 anos de idade. Nad…
Mas o meu assunto não é a mídia ou a falta de tempo para estar conectado. O meu assunto e Donna Summer, a grande diva da disco music dos anos 70!
Ainda sinto o coração pulsar no mesmo ritmo da ousada canção, aí do vídeo, acima. Era uma coisa muito especial e a gente abria ao máximo o volume do pequeno rádio transistorizado (!) conectado a uma caixa amplificadora, só para sentir o som pulsante de “I feel Love”. Comprida e, quando terminava, a gente queria mais. Ouvindo essa batida, não é difícil fazer a conexão entre Donna, sua música genialmente ritmada, e Michael Jackson, não é mesmo? Michael endeusava Donna Summer e a considerava sua segunda mãe.
Mais uma vítima da doença do século, Donna foi ceifada pelo câncer aos 63 anos de idade. Nad…
Um coral de 800 anos
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Fundado em 1212 pelo marquês Dietrich von Meissen, “Die Thomaner”, o famoso Coro de Meninos da Igreja de São Tomás de Leipizig, comemora em março 800 anos de existência.
A igreja de São Tomás ficou conhecida pela atuação de seus inúmeros diretores musicais. O mais famoso deles foi Johann Sebastian Bach, que conseguiu para a cidade de Leipzig o reconhecimento como importante centro musical. Também outros acontecimentos históricos, como o sermão de Martinho Lutero no dia 25 de maio de 1539, concorreram para que a igreja de São Tomás se tornasse famosa.
O mais importante diretor musical da igreja de São Tomás foi sem dúvida Johann Sebastian Bach, que atuou em Leipzig de 1723 a 1750. Foram anos de intensa produtividade musical para o compositor. Desde 1950, a igreja abriga os restos mortais do grande músico.
O cotidiano não é nada fácil para os integrantes do coro conseguir equilíbrio entre os 800 anos de tradição e o mundo moderno. Entre as tarefas escolares e os ensaios diários, sobra …
A igreja de São Tomás ficou conhecida pela atuação de seus inúmeros diretores musicais. O mais famoso deles foi Johann Sebastian Bach, que conseguiu para a cidade de Leipzig o reconhecimento como importante centro musical. Também outros acontecimentos históricos, como o sermão de Martinho Lutero no dia 25 de maio de 1539, concorreram para que a igreja de São Tomás se tornasse famosa.
O mais importante diretor musical da igreja de São Tomás foi sem dúvida Johann Sebastian Bach, que atuou em Leipzig de 1723 a 1750. Foram anos de intensa produtividade musical para o compositor. Desde 1950, a igreja abriga os restos mortais do grande músico.
O cotidiano não é nada fácil para os integrantes do coro conseguir equilíbrio entre os 800 anos de tradição e o mundo moderno. Entre as tarefas escolares e os ensaios diários, sobra …
Peter Maffay, roqueiro e embaixador da tolerância
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“Du bist alles was ich habe auf der Welt. Du bist alles was ich will. Du! Du allein kannst mich verstehn. Du! Du darfst niemehr von mir gehn” (Tu és tudo que eu tenho neste mundo. Tu és tudo que eu quero. Tu! Somente tu me compreendes. Tu! Tu nunca mais deves me deixar). O maior sucesso da música alemã dos anos 1970. Palavras românticas, que marcaram a minha juventude, o início do namoro com a minha esposa e deixam lembranças lindas de um tempo que se foi, mas jamais irá apagar-se. O autor dessas palavras era um jovem roqueiro alemão, que cantava divinamente. Você pode ver isso no vídeo acima. O nome dele é Peter Maffay.
Depois dessa música eu ouvi poucas vezes alguma coisa dele ou sobre ele. Hoje fui positivamente surpreendido por uma notícia bonita, que me faz ter um baita orgulho do roqueiro que compôs e interpretou as mais ardentes e marcantes palavras da minha juventude.
O roqueiro alemão Peter Maffay na atualidade.
Peter Maffay, hoje com 63 anos de idade, será laureado com o Prê…
Depois dessa música eu ouvi poucas vezes alguma coisa dele ou sobre ele. Hoje fui positivamente surpreendido por uma notícia bonita, que me faz ter um baita orgulho do roqueiro que compôs e interpretou as mais ardentes e marcantes palavras da minha juventude.
O roqueiro alemão Peter Maffay na atualidade.
Peter Maffay, hoje com 63 anos de idade, será laureado com o Prê…
"As Malvinas são argentinas"
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Roger Waters está na América do Sul para uma série de shows para os saudosos fãs do Pink Floyd. Ele também passará pelo Brasil com suas apresentações. Durante uma entrevista coletiva no Chile, há poucos dias de uma série de nove concertos que fará em Buenos Aires, no estádio do River Plate, o cantor inglês e ex líder da banda Pink Floyd, reivindicou a soberania argentina das ilhas do Atlântico sul e afirmou que a guerra de 1982 serviu apenas para “salvar a carreira política” de Margaret Thatcher “mas matou muitos britânicos e argentinos”.
Adeus, Whitney
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Whitney Houston, um nome para não ser esquecido. A mais extraordinária intérprete musical de todos os tempos, tinha uma voz e um domínio do canto como jamais vi em ninguém. Suas interpretações me causam arrepios só com o que está gravado na minha memória, mesmo sem ouvir o belíssimo timbre de sua voz.
Ao mesmo tempo em que foi agraciada com dom tão fenomenal, Whitney foi vítima dele. Por conta do veludo que eram suas cordas vocais, ela tornou-se mais uma vítima precoce da fama. Morreu aos 48 anos, desgraçada pela fama, pelas drogas, pela vida.
A estrela dos anos 80 e 90, a detentora de seis Grammys, a cantora que mais vendeu no mundo da música nessas duas décadas, morreu só. Sua esplendorosa voz era ainda somente uma vaga lembrança do que foi. Ela era, mesmo, uma super-diva. E era linda. Mas tudo se foi, vencido pelo espantoso sucesso, que a derrotou e a levou ao dramático fracasso da sua própria vida.
Como singela homenagem (que mais posso fazer?), deixo com você a Diva cantando su…
Ao mesmo tempo em que foi agraciada com dom tão fenomenal, Whitney foi vítima dele. Por conta do veludo que eram suas cordas vocais, ela tornou-se mais uma vítima precoce da fama. Morreu aos 48 anos, desgraçada pela fama, pelas drogas, pela vida.
A estrela dos anos 80 e 90, a detentora de seis Grammys, a cantora que mais vendeu no mundo da música nessas duas décadas, morreu só. Sua esplendorosa voz era ainda somente uma vaga lembrança do que foi. Ela era, mesmo, uma super-diva. E era linda. Mas tudo se foi, vencido pelo espantoso sucesso, que a derrotou e a levou ao dramático fracasso da sua própria vida.
Como singela homenagem (que mais posso fazer?), deixo com você a Diva cantando su…
Vida de porco vira música
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O britânico Matthew Herbert é um músico que trabalha com sons criados na natureza e pela vida e os aproveita eletronicamente. Ele já trabalhou para Björk e Róisín Murphy, além de ter lançado mais de uma dezena de discos das mais variadas vertentes da música eletrônica. Ele é também um dos pioneiros na utilização de sons reais e comuns em seu processo de composição, além de projetos com forte conotação política. Seu disco The Mechanics of Destruction foi feito a partir da destruição de embalagens do McDonald's e de camisetas da Gap, em protesto contra a globalização.
"Está acontecendo uma grande transformação na música. Nos últimos quatro mil anos fomos impressionistas e tentamos imitar sons com instrumentos. Hoje podemos também ser documentaristas, transformar sons reais em música. Tento amplificar as coisas que vejo, criar uma hiper-realidade, ir além do que realmente podemos escutar", declarou o músico à DW Brasil.
Agora Herbert apresenta nos palcos alemães seu último…
"Está acontecendo uma grande transformação na música. Nos últimos quatro mil anos fomos impressionistas e tentamos imitar sons com instrumentos. Hoje podemos também ser documentaristas, transformar sons reais em música. Tento amplificar as coisas que vejo, criar uma hiper-realidade, ir além do que realmente podemos escutar", declarou o músico à DW Brasil.
Agora Herbert apresenta nos palcos alemães seu último…
Da da da...
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Para recordar que, há 30 anos, já havia um Michel Teló, só que alemão.
“Da da da” foi lançada em fevereiro de 1982 pela banda alemã “Provinzband Trio”, ou simplesmente Trio. O baterista era Peter Behrens (que parece ter frequentado só a primeira aula de bateria), o guitarrista Gerd Krawinkel (até faz uns solinhos diferenciados) e o vocalista Stephan Remmler (que reforça os instrumentos com um vagabundo tecladinho eletrônico de brinquedo da Casio, o Casio VL-1 Pocket Synthesizer).
A brincadeira virou sucesso gigante em mais de 30 países, inclusive no Brasil, e tocava tanto que a gente não se livrava dela nem mudando de estação. Parecia que as rádios estavam todas transmitindo em rede. Foi o único grande sucesso da banda, que torrou tudo em festas e muito luxo. Eles cantaram o “Da da da” tantas vezes em casas lotadas que esqueceram de ensaiar e produzir novos hits. A banda Trio literalmente ficou bêbada de sucesso e foi dissolvida dois anos depois.
“Da da da” foi lançada em fevereiro de 1982 pela banda alemã “Provinzband Trio”, ou simplesmente Trio. O baterista era Peter Behrens (que parece ter frequentado só a primeira aula de bateria), o guitarrista Gerd Krawinkel (até faz uns solinhos diferenciados) e o vocalista Stephan Remmler (que reforça os instrumentos com um vagabundo tecladinho eletrônico de brinquedo da Casio, o Casio VL-1 Pocket Synthesizer).
A brincadeira virou sucesso gigante em mais de 30 países, inclusive no Brasil, e tocava tanto que a gente não se livrava dela nem mudando de estação. Parecia que as rádios estavam todas transmitindo em rede. Foi o único grande sucesso da banda, que torrou tudo em festas e muito luxo. Eles cantaram o “Da da da” tantas vezes em casas lotadas que esqueceram de ensaiar e produzir novos hits. A banda Trio literalmente ficou bêbada de sucesso e foi dissolvida dois anos depois.
Três décadas sem a Pimentinha
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Amanhã, dia 19 de janeiro, completam-se 30 anos da morte da Pimentinha, a cantora gaúcha de Porto Alegre, que era considerada uma das melhores do país e nos deixou com apenas 36 anos.
Três décadas depois, os fãs de Elis Regina ainda sentem falta da intensidade da cantora, cuja interpretação brilhantemente única pode ser vista neste clipe aí. Até hoje poucas cantoras foram tão intensas, intérpretes perfeitas; mais do que cantora, Elis foi uma atriz da música. Muitas vezes arrancou lágrimas do público e ela mesma chorou em inúmeras interpretações magníficas. Elis vivia cada pensamento das letras que cantava.
Para muito além de algumas canções popularíssimas, como “O bêbado e o equilibrista”, “Como nossos pais” e “Alô Alô marciano” (aliás, uma debochadíssima e espetacular interpretação criticando a futilidade na escalada social), há uma fonte inesgotável de interpretações únicas de Elis que comovem, comovem e comovem, até hoje.
Maria Rita, tão elogiada pela crítica saudosa de Elis, qu…
Três décadas depois, os fãs de Elis Regina ainda sentem falta da intensidade da cantora, cuja interpretação brilhantemente única pode ser vista neste clipe aí. Até hoje poucas cantoras foram tão intensas, intérpretes perfeitas; mais do que cantora, Elis foi uma atriz da música. Muitas vezes arrancou lágrimas do público e ela mesma chorou em inúmeras interpretações magníficas. Elis vivia cada pensamento das letras que cantava.
Para muito além de algumas canções popularíssimas, como “O bêbado e o equilibrista”, “Como nossos pais” e “Alô Alô marciano” (aliás, uma debochadíssima e espetacular interpretação criticando a futilidade na escalada social), há uma fonte inesgotável de interpretações únicas de Elis que comovem, comovem e comovem, até hoje.
Maria Rita, tão elogiada pela crítica saudosa de Elis, qu…
Comediantes em Israel usam hit “Ai se eu te pego” para criticar ultraordoxos
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Uma dupla de comediantes criou polêmica em Israel ao fazer uma paródia da música “Ai se eu te pego” do cantor brasileiro Michel Teló. Na nova versão, os dois israelenses cantam uma canção sobre os conflitos protagonizados recentemente por judeus ultraortodoxos, que pretendem impor uma segregação dos sexos no país.
No último mês de dezembro, de acordo com queixas recebidas pelas autoridades locais, judeus ultraortodoxos cuspiram e repreenderam de forma “desrespeitosa” alunas de uma escola primária. A justificativa para os atos seria o comportamento e o vestuário.
No vídeo, os comediantes aparecem vestidos com trajes usados por ultraortodoxos dançando ao lado de duas mulheres vestidas com fantasias típicas do carnaval brasileiro. Até o fechamento desta matéria, a paródia já havia sido vista mais de 145 mil vezes no Youtube.
Retirado do Opera Mundi
No último mês de dezembro, de acordo com queixas recebidas pelas autoridades locais, judeus ultraortodoxos cuspiram e repreenderam de forma “desrespeitosa” alunas de uma escola primária. A justificativa para os atos seria o comportamento e o vestuário.
No vídeo, os comediantes aparecem vestidos com trajes usados por ultraortodoxos dançando ao lado de duas mulheres vestidas com fantasias típicas do carnaval brasileiro. Até o fechamento desta matéria, a paródia já havia sido vista mais de 145 mil vezes no Youtube.
Retirado do Opera Mundi
O gênio irrequieto do rock
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Em 24 de novembro de 1991 morria de forma trágica, quase desaparecendo no fundo de uma cama, o mais polêmico, carismático e atentado cantor de rock de todos os tempos. Nascido em Zanzibar, numa família persa, no dia 5 de setembro de 1946, com o nome de Farroch Bulsara, pouca gente sabe dessa origem. Mas o planeta inteiro ainda hoje sabe associar essa figura ao nome artístico que adotou: Freddie Mercury. Junto com o baterista Roger Taylor e o guitarrista e hoje astrofísico Brian May, ele fundou o Queen, ao qual se integraria um ano mais tarde o baixista John Deacon.
O sucesso do grupo foi meteórico e, por 20 anos, dominou o cenário roqueiro mundial com sua genialidade. Freddie e seu Queen são os criadores da ópera rock, na qual os instrumentos eletrônicos recriavam arranjos antes somente vistos nas grandes óperas, com a genialidade absoluta dos arranjos e a voz única e até hoje jamais substituída ou sequer imitada do vocalista e arranjador principal do Queen: o próprio Freddie Mercur…
O sucesso do grupo foi meteórico e, por 20 anos, dominou o cenário roqueiro mundial com sua genialidade. Freddie e seu Queen são os criadores da ópera rock, na qual os instrumentos eletrônicos recriavam arranjos antes somente vistos nas grandes óperas, com a genialidade absoluta dos arranjos e a voz única e até hoje jamais substituída ou sequer imitada do vocalista e arranjador principal do Queen: o próprio Freddie Mercur…
Por uma nova mentalidade
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O misto de festival de rock e acampamento de jovens que está ocorrendo de ontem a amanhã em Paulínia (SP) tem mais em mente do que só curtir música. Quer envolver os jovens no debate e na postura mais sustentável em relação ao planeta que habitamos. Muitos convidados especiais, além de cantar, estão se manifestando. Martina Silva e diversos outros ambientalistas, bem como gente famosa, como a atriz Daryl Hannah. O embalo da música é o combustível do Fórum Global de Sustentabilidade, que acontece dentro do Festival SWU.
Daryl Hannah, atriz famosa de Hollywood e ativista ambiental radical, que mora numa fazenda em que colhe seu próprio sustento e sem usar nenhum tipo de veneno, participou do SWU com excelentes pitacos para o debate do tema “Desenvolvendo novas possibilidades: iniciativas transformadoras”.
Outras presenças que falam a voz ambiental foram Manoel Cunha, do Conselho Nacional dos Seringueiros, Virgílio Viana, da Fundação Amazônia Sustentável, Cristian Del Campo, da fundaç…
Daryl Hannah, atriz famosa de Hollywood e ativista ambiental radical, que mora numa fazenda em que colhe seu próprio sustento e sem usar nenhum tipo de veneno, participou do SWU com excelentes pitacos para o debate do tema “Desenvolvendo novas possibilidades: iniciativas transformadoras”.
Outras presenças que falam a voz ambiental foram Manoel Cunha, do Conselho Nacional dos Seringueiros, Virgílio Viana, da Fundação Amazônia Sustentável, Cristian Del Campo, da fundaç…
Kraftwerk em tecnologia 3D
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No início dos anos 1970, quatro jovens de Düsseldorf-Alemanha revelaram uma nova forma de cultura pop, que era muito diferente da música rock que se fazia na época. Krafwerk (Usina de força) era o nome da banda. Era um som para curtir sentado entre as caixas de som estereo ou com o fone de ouvido (tamanho capacete!) bem colado nas orelhas.
Não havia guitarras, mas sons tirados do órgão eletrônico, da voz distorcida, da visão futurista de um mundo robotizado, num clima de ficção científica impressionante, com uma estética mais científica do que musical. Eles faziam música com o eco eletrônico de estúdio, batidas secas de estampidos sintéticos e vozes metalizadas. Passavam horas, dias, meses no estúdio, pesquisando e montando combinações de sons inusitados e espaciais. A música “Autobahn” era uma viagem eletrônica pelas autoestradas alemãs, as melhores do mundo.
Mas não era somente o som. Os rapazes se esforçavam para ligar seus sons a imagens. Eles subiam no palco como robôs, mal se …
Não havia guitarras, mas sons tirados do órgão eletrônico, da voz distorcida, da visão futurista de um mundo robotizado, num clima de ficção científica impressionante, com uma estética mais científica do que musical. Eles faziam música com o eco eletrônico de estúdio, batidas secas de estampidos sintéticos e vozes metalizadas. Passavam horas, dias, meses no estúdio, pesquisando e montando combinações de sons inusitados e espaciais. A música “Autobahn” era uma viagem eletrônica pelas autoestradas alemãs, as melhores do mundo.
Mas não era somente o som. Os rapazes se esforçavam para ligar seus sons a imagens. Eles subiam no palco como robôs, mal se …