Especialidade: Varrer para debaixo do tapete
O ditador Omar al Bashir (Sudão), procurado por crimes contra a humanidade, está entre os que procuraram os serviços dessas empresas.
Empresas britânicas de relações públicas estão lucrando para limpar a imagem de ditaduras e regimes violadores dos direitos humanos de todo o mundo. Segundo uma investigação do jornal “The Guardian”, essas empresas ganham milhões de libras por ano melhorando a imagem de regimes como os da Arábia Saudita, Ruanda, Cazaquistão e Sri Lanka.
As empresas de relações públicas cobram até 2 milhões de libras (R$ 5,6 milhões) para assessorar na comunicação de governos criticados por organismos internacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas), por suas infrações aos direitos humanos. A Associação de Consultores de Relações Públicas falam em um mercado de 7 bilhões de libras ao ano (R$ 19,5 bilhões) só no Reino Unido.
O presidente do Sudão, Omar Bashir, procurado pela Corte Penal Internacional por suspeita de crimes contra a humanidade ligados com o genocídi…
Empresas britânicas de relações públicas estão lucrando para limpar a imagem de ditaduras e regimes violadores dos direitos humanos de todo o mundo. Segundo uma investigação do jornal “The Guardian”, essas empresas ganham milhões de libras por ano melhorando a imagem de regimes como os da Arábia Saudita, Ruanda, Cazaquistão e Sri Lanka.
As empresas de relações públicas cobram até 2 milhões de libras (R$ 5,6 milhões) para assessorar na comunicação de governos criticados por organismos internacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas), por suas infrações aos direitos humanos. A Associação de Consultores de Relações Públicas falam em um mercado de 7 bilhões de libras ao ano (R$ 19,5 bilhões) só no Reino Unido.
O presidente do Sudão, Omar Bashir, procurado pela Corte Penal Internacional por suspeita de crimes contra a humanidade ligados com o genocídi…