O fim do embargo contra Cuba é uma questão humanitária
A Assembléia-Geral da ONU condenou ontem, pela 19ª vez, o embargo econômico e comercial a Cuba, decretado há quase meio século pelos EUA. Só não foi unanimidade dos 192 países que integram as Nações Unidas porque era bastante óbvio: 187 países votaram pelo fim do embargo, dois foram contra (EUA e Israel, que dúvida...) e três abstiveram-se (Ilhas Marshall, Palau e Micronésia; o seu micro-tamanho impede outro tipo de postura).
O embargo impede as relações comerciais entre Cuba e EUA, distantes menos de 200 km, e proíbe empresas americanas de investir ou mesmo se associarem a outras, de outros países, que mantenham comércio com os cubanos.
Esse embargo foi imposto unilateralmente pelos EUA em 1962. Nesses 48 anos, o povo cubano sofreu perdas de 173 bilhões de euros, atualizado a preços no mercado norte-americano, ou de 543 bilhões segundo a cotação do ouro no mercado internacional.
Washington impõe uma “guerra econômica cruel de meio século contra o povo de Cuba”, diz o ministro cubano dos…
O embargo impede as relações comerciais entre Cuba e EUA, distantes menos de 200 km, e proíbe empresas americanas de investir ou mesmo se associarem a outras, de outros países, que mantenham comércio com os cubanos.
Esse embargo foi imposto unilateralmente pelos EUA em 1962. Nesses 48 anos, o povo cubano sofreu perdas de 173 bilhões de euros, atualizado a preços no mercado norte-americano, ou de 543 bilhões segundo a cotação do ouro no mercado internacional.
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