Kässmann sai do esconderijo
Margot Kässmann, a musa da Igreja Evangélica da Alemanha, volta a brilhar diante dos holofotes. Durante o espetacular Kirchentag (Dia da Igreja), que começou nesta quarta-feira dia 1 de junho, a sua palestra lotou o estádio e juntou uma multidão do lado de fora. E o seu discurso pacifista e a favor dos direitos humanos também provocou reações do tamanho do brilho da sua estrela.
Em artigo agressivo e espinhoso (http://www.spiegel.de/kultur/gesellschaft/0,1518,766381,00.html), a revista Spiegel desancou Kässmann por conta das suas afirmações sobre o envolvimento bélico do exército alemão no Afeganistão, dizendo que a sua poêmica da guerra é falsa e banal. "Não há guerra justa; somente há uma paz justa", desafiou a teóloga e pastora. Entre outras afirmações, disse que em vez de combater os talibãs, os cristãos deveriam unir-se a eles em oração pela paz. O artigo da revista Spiegel foi qualificado por alguns de ranso antiprotestante.
Para o Spiegel, "não se sabe se Jesus vi…
Em artigo agressivo e espinhoso (http://www.spiegel.de/kultur/gesellschaft/0,1518,766381,00.html), a revista Spiegel desancou Kässmann por conta das suas afirmações sobre o envolvimento bélico do exército alemão no Afeganistão, dizendo que a sua poêmica da guerra é falsa e banal. "Não há guerra justa; somente há uma paz justa", desafiou a teóloga e pastora. Entre outras afirmações, disse que em vez de combater os talibãs, os cristãos deveriam unir-se a eles em oração pela paz. O artigo da revista Spiegel foi qualificado por alguns de ranso antiprotestante.
Para o Spiegel, "não se sabe se Jesus vi…