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Alerta aos saudosistas

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O cristianismo é a maior religião do planeta

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De cada dez habitantes do planeta, mais de oito - ou 5,8 bilhões de pessoas - estão vinculados a um grupo religioso, mostra a pesquisa "A Paisagem Religiosa Mundial", do Instituto Pew. Uma de cada seis pessoas - cerca de 16% da população mundial - não tem vínculo com alguma religião.

O estudo está baseado em mais de 2,5 mil censos, registros populacionais ou estudos de 232 países. Com 2,2 bilhões de seguidores, o cristianismo - 32% da população mundial - é o maior grupo religioso, seguido do islamismo, com 1,6 bilhão de fiéis ou 23% da população, dos hinduístas (1 bilhão), budistas (500 milhões) e judeus (14 milhões, ou 0,2% da população mundial).

Mais de 400 milhões de pessoas praticam outras religiões, como os aborígenes da Austrália, os indígenas norte-americanos, algumas minorias chinesas. Quase a totalidade dos hinduístas e dos budistas encontra-se na região do Pacífico, na Ásia. Na mesma região vivem 62% dos muçulmanos, distribuídos entre a Indonésia, a Índia e o Paquis…

Tudo junto ou espalhado?

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O perdão e as escolas do crime

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A charge de Angeli, na Folha de S. Paulo de ontem, vale por um editorial. A sociedade começa a assumir cada vez mais o lugar da justiça e clama pelo talião, a antiga lei do "olho por olho, dente por dente".

Quando uma nação inteira assume incoscientemente o lugar dos juízes, com a clara intenção de promover justiça pelas próprias mãos, faz o que é cada vez mais realidade também entre nós: o linchamento moral. É um clamor que ignora séculos de estudo do Direito Internacional e das leis, que são fruto de um amplo acordo de cortes em todo o mundo. O Brasil é signatário internacional de diversos acordos jurídicos e não pode simplesmente reinventar as leis que regem a humanidade, sob pena de isolar-se internacionalmente.

Mas "a urbe ruge!"

Direitos humanos? "Só protege os bandidos e não defende os direitos das vítimas!". Estatuto da Criança e do Adolescente? "Só protege delinquentes juvenis!". Lei Maria da Penha? "Defende prostitutas e vagabund…

Música para beber e transar

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O Menino na manjedoura e o apocalipse que não ocorreu

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Nesta véspera de Natal, três dias depois do insistentemente anunciado fim do mundo que não se realizou, é o momento oportuno para retomar o assunto. Natal, tempo de “renovo mui delgado”, como define o poeta, é a data que anuncia a grandiosa intenção divina de arrumar a casa. Mas não do modo imaginado pelos catastrofistas apocalípticos. O renovo delgado representa a chegada de um novo tempo, pleno, holístico.
“Um menino nos nasceu, um filho se nos deu. Seu nome será Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”, anunciava o profeta Isaías, enquanto João anuncia “Novos Céus e Nova Terra em que habita a justiça”, um lugar com tudo novo, onde “não haverá mais choro, nem pranto, nem dor”, onde “a morte já não existirá”. São todas palavras de muita renovação, esperança, plenitude e paz. São palavras muito especiais, que não têm lugar para a ecatombe. 
O fim cataclísmico de todas as coisas é uma invenção humana, que tem origem no desejo de vingança. O apocalipse é u…

A humanidade vive a Era do Lixo

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