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São Paulo falou, tá falado

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Paulo Roberto Costa, o boca santa da vez.
O que dizer diante da recente polêmica em torno da Petrobrás? Ora, VEJA bem, eu diria...

Este país é engraçado. Tem uma montanha de gente que fala mal dos corruptos, quer vê-los atrás das grades a todo custo. E eu também penso que este é o melhor lugar para eles. Mas quando estão lá, não mais que repentinamente, eles viram arautos da verdade!

Não foi assim no caso do publicitário Marcos Valério? De repente, a boca dele virou santa! Tudo que ele dizia, em sua metralhadora giratória para salvar a própria pele, virava versículo bíblico.

Agora, o arauto da verdade chama-se Paulo Roberto Costa. Não é, Marina? Contra São Campos nada deve ser dito, porque é somente uma declaração sem provas. Mas que o resto da turma tem que ser investigado com rigor, ah, isso tem! Porque isso é mais que evidente que o que Costa afirma, pelas costas, só pode ter alguma verdade nisso...

Afinal, o fato de Paulo Roberto Costa ter sido exonerado como diretor da Petrobrás …

Assustado com o ISIS

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Você sabe como surgiu o grupo terrorista mais poderoso do mundo? Pois o ISIS (Islamic State in Iraq and Syria, sigla Inglês), um estado islâmico apócrifo na fronteira entre o Iraque e a Síria, é resultado direto do combate ao terrorismo. E aí já está dito quase tudo que é preciso dizer, resumido em três letras: EUA. 

Os americanos, não mais satisfeitos com seu antigo aliado Saddam Hussein, resolveram fazer uma guerra para derrubá-lo e abrir caminho paraos interesses americanos no Iraque. Aliás, a imagem de Saddam Hussein enfiado num buraco feito um rato e sendo caçado como um cachorro louco não me sai da cabeça, com aquele aspecto de mendigo que mora no esgoto.

Mentiras, imperialismo e a falta absoluta de alguém neste planeta que tenha peito para enfrentar os americanos, resultaram no fim do regime de Hussein. Morreu muita gente por conta disso. Ele foi derrubado por mentiras sobre armas de destruição em massa, das quais nem sequer foram encontrados os eventuais projetos.

O que nunca se …

Mosquito ensebado no Morro dos Cavalos

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Nem um mosquito ensebado conseguiria se infiltrar nas matérias sobre os índios guarani publicadas nesta semana noDiário Catarinense (DC). A expressão é usada, pelo menos no Amazonas, para designar algo fechado, impenetrável, difícil de entrar, seja a bola no gol, uma ideia na cabeça ou um "mosquito ensebado" numa fortaleza inexpugnável. É o caso do jornal do grupo RBS de Comunicação, que está absolutamente fechado a qualquer informação fornecida pelos índios. Durante cinco dias, publicou 20 páginas sobre os guarani e cometeu a façanha de não ouvir nenhum dos envolvidos. Sequer uma linha, uma palavra, uma vírgula guarani.
Editado em Florianópolis há mais de 28 anos, o Diário já tem idade para criar vergonha na página. Não criou. As matérias assinadas por Joice Barcelo e Ivan Rodrigues, sob o título "Terra Contestada", publicadas entre os dias 07 a 11 de agosto, ocuparam caderno com 20 páginas para desqualificar os índios guarani, atacar a demarcação da Terra Indíge…
A história recente esconde coisas que a gente até duvida que existiam. Hoje, você vê corridas de Superbike, com os pilotos inclinando suas máquinas até encostar o joelho no chão e dando sempre a impressão de que, na próxima curva, realmente irão beijar o solo. E, de fato, não é raro que o beijem.
Pois havia um tempo em que as motos não passavam de bicicletas motorizadas. Mas já havia corridas. Só que as pistas eram ovais... e de tábuas de madeira. Isso mesmo, tábuas de madeira! Essas corridas eram chamadas de “Board Track Racing” ou “Motordrome” e eram muito populares nos EUA no início do século 20.
Segundo o blog “Pelas estradas”, a primeira pista coberta de madeira foi inaugurada em 1909 em Los Angeles e tinha o nome de Coliseu de Los Angeles e se inspirava nas famosas pistas de madeira para corridas de bicicleta, que eram usadas nas Olimpíadas à época.
Nessas pistas aconteciam “espetáculos onde homens pilotavam motos a velocidades de quebrar o pescoço”, diz o blog, que chegavam a …

O Bolsa Família da Família Neves

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A lambança vem desde 1983, com Tancredo governador. Acompanhe o passo-a-passo de um plano que pode livrar o titio Múcio de uma devolução de dinheiro público desviado para seu terreno particular, pelo cunhado e então governador mineiro. Resumo: 1) Tancredo acertou com Múcio (prefeito de Cláudio em 1983) gastar, em valores atualizados, 497,5 mil Reais com uma pista de terra na fazenda do então prefeito. Que teria de desapropriar a sua própria fazenda para a obra pública. 2) Múcio se “esqueceu” de desapropriá-la e Tancredo fez a obra sem fiscalizar o processo de desapropriação. O MP abriu ação de improbidade administrativa e exigia o ressarcimento aos cofres público do investimento feito. 3) Décadas depois (2008), o neto de Tancredo, já governador do estado, resolve a querela: desapropriou o terreno que já era objeto de disputa judicial e fez o aeroporto. 4) Num jogo que parece combinado, o tio Múcio (o mesmo de 1983 e proprietário do terreno) entra na justiça, contestando o valor da de…

A única verdade é a morte

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Alguma vez, já faz muito tempo, porém diante de outra situação bélica, escrevi que para além dos argumentos, válidos ou não, das explicações, que na maioria dos casos se parecem mais com desculpas ou pretextos do que com razões que surgiram na inteligência humana, a única verdade é a morte. É isto que está acontecendo por esses dias na Faixa de Gaza. A isso se poderia acrescentar, com a mesma força e as mesmas evidências, o episódio recente que terminou com a derrubada de um avião comercial na Ucrânia. À margem das palavras, a morte de seres humanos inocentes é a verdade terrível e acusadora que nos atinge na cara como sociedade, como comunidade humana, como civilização.

Poderíamos ingressar no campo das análises e das considerações políticas. Elas existem e não são menos importantes. Mas nem sequer vale a pena entrar nesse terreno quando os campos e as ruas se cobrem de corpos inertes, sem que ninguém possa explicar minimamente a razoabilidade da absurda e demente semeadura de morte. …

Tragédia, a nossa?

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Enquanto o país inteiro chora, faz piada e entope as redes sociais com sua raiva intestinal, extravasando seu lamento pela "tragédia" dos 7x1, outra tragédia real vai sendo construída bem debaixo do nosso nariz: Para cada gol, uma criança morta. É isso mesmo. E olha que nem o golzinho do Brasil escapou de entrar na conta. 

Uma insana chuva de mísseis israelenses na Faixa de Gaza já matou oito crianças. A destruição de 64 casas palestinas, a morte de 32 palestinos e ferimentos sérios em outros 230 é o resultado de uma chacina patrocinada por Israel.

Trata-se de uma clara demonstração de que o principal alvo de Israel não é militar. Israel quer varrer a Faixa de Gaza do mapa, num absurdo exercício de extermínio em massa para limpar o terreno.

O país vítima do maior holocausto do século 20 agora trata de protagonizar a sua própria versão do horror. Bombardeando qualquer alvo no que já está sendo considerado o maior campo de concentração que existiu: a Faixa de Gaza. Enquanto isso,…