A ESCASSA MAIORIA que colocou Barak Obama na presidência dos EUA derreteu em dois anos. Nas eleições legislativas de ontem, o Partido Republicano reconquistou a maioria na Câmara dos Representantes, passando de 178 para 233 cadeiras, segundo projeção da CNN. Os democratas de Obama despencaram de 255 para 180 cadeiras, segundo esta mesma projeção.
Como o Senado não foi completamente renovado nestas eleições, Obama e os Democratas mantiveram uma pequena maioria nesta casa. Além de colocar um breque nas reformas planejadas, os republicanos prometem derrubar aquelas que já forma feitas por Obama, como a reforma da saúde.
Na prática, esta é a terceira eleição em que houve uma troca de poderes desde 2006. Ainda durante o governo de George W. Bush, a Câmara passou para as mãos dos democratas. Em 2008, Barack Obama foi eleito para a presidência, e agora a Câmara volta ao partido da oposição. Tais mudanças rápidas e radicais no Congresso são relativamente novas na história dos Estados Unidos. Com esse tipo de eleição, os eleitores mandam uma mensagem clara: não gostamos do que vocês estão fazendo, e vamos tirá-los daí”.
Como o Senado não foi completamente renovado nestas eleições, Obama e os Democratas mantiveram uma pequena maioria nesta casa. Além de colocar um breque nas reformas planejadas, os republicanos prometem derrubar aquelas que já forma feitas por Obama, como a reforma da saúde.
Na prática, esta é a terceira eleição em que houve uma troca de poderes desde 2006. Ainda durante o governo de George W. Bush, a Câmara passou para as mãos dos democratas. Em 2008, Barack Obama foi eleito para a presidência, e agora a Câmara volta ao partido da oposição. Tais mudanças rápidas e radicais no Congresso são relativamente novas na história dos Estados Unidos. Com esse tipo de eleição, os eleitores mandam uma mensagem clara: não gostamos do que vocês estão fazendo, e vamos tirá-los daí”.
O conservadorismo americano mostra a sua força. Obama não é conservador que chega para a maioria dos americanos e esta eleição deixa claro que ou ele entra numa luta inglória contra esta força para manter seu programa de Governo ou Obama terá um segundo tempo mais apagado do que o primeiro na Presidência que, tão duramente, granjeou. Minha aposta vai pela segunda opção.
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