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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

Um nó em Blumenau

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Ontem aconteceu aquele temido nó no trânsito de Blumenau, que ninguém conseguiu ou soube desatar.Foi como espuma na cerveja: Vai se desfazendo aos poucos, lentamente, por conta própria. E olha que demorou horas! Cada um no seu quadrado! Todo mundo sabe o que significa esta frase. Para trabalhar com medicina, tem que ser médico; farmácia tem que ter farmacêutico, pedagogia é coisa de professor. Só o SETERB, na nossa "germânica" Blumenau, não aprende. Se tiver algum engenheiro de tráfego a serviço daquela autarquia, melhor nem comentar. Porque de trânsito, ali, ninguém entende do riscado. Copiam Bierretzepte und Lederhosen da Alemanha mas ninguém por aqui nunca ouviu falar de engenharia de tráfego. Pelo menos, no SETERB, não. Só três coisas que gente da área resolveria facilmente: 1. SEMÁFOROS NÃO SINCRONIZADOS. Taí algo que não dá para resolver de dentro do gabinete. Tem que ir para a rua, cronometrar, regular no capricho, dia sim dia não. Tem alguns aí, nos grandes gargalos…

A graça de Deus é otária

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Uma afronta ao bom censo. Assim seria classificada a ousadia trabalhista daquele vinhateiro. "Você quer subverter a ordem trabalhista em nosso meio?", perguntariam seus colegas proprietários de vinícolas. "Depois não se queixe, se não conseguirmos mais ninguém para colher as nossas uvas!". É que ele havia decidido pagar o salário mínimo aos seus trabalhadores. Mas saiu em diferentes horários, pois não conseguiu todos os trabalhadores logo de manhã. Ao meio dia, contratou mais alguns. No final do dia, ainda encontrou alguns sem trabalho e os contratou também. E no final do dia, pagou igual pra todo mundo: um salário mínimo, conforme combinado. Ah, mas o barraco rolou solto, assim que os primeiros viram que a turminha do fim da tarde recebeu a mesma coisa. Imagina! Que absurdo! (Confira a história de Jesus, em Mateus 20.1-16). "Eu sei o que vai acontecer", profetizou um dos viticultores naquela exacerbada reunião de classe... "Amanhã você vai sair para…