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Mostrando postagens de Novembro, 2009

Os primeiros passos da cruzada da intolerância

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Numa decisão política surpreendente, os suíços votaram – em um plebiscito realizado neste domingo (29/11) – pela proibição da construção de minaretes no país. A iniciativa de políticos populistas de direita conquistou o apoio de 57,5% dos eleitores. Além de ter obtido 5 milhões de votos, a proposta de proibição foi aprovada pela maioria necessária de 26 dos 30 cantões da Suíça.
O sociólogo suíço Jean Ziegler advertiu sobre o surgimento de uma “atmosfera de pogrom” no país. Para ele, o plebiscito sobre a proibição de minaretes é, na verdade, um referendo sobre o islamismo. “Muitos muçulmanos temem atentados, violência e estigmatização”, explica o ex-deputado social-democrata. “Inicialmente só havia um pequeno grupo dentro do Partido Popular Suíço, beirando ao fascismo, que exigia que se proibisse a construção de minaretes.” E esse grupo acabou iniciando uma campanha gigantesca, que levou à vitória deste domingo.
A decisão é um revoltante ato de regressão, que abre caminho para a volta de…

A execução de Jesus

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Como uma crítica à onipresente imagem de Mao Tsé-tung (1893-1976) por toda a China, os Irmãos Gao resolveram tematizar este culto em sua arte. Os Irmãos Gao estão entre os mais célebres artistas plásticos chineses. Em sua arte, o culto à personalidade do líder comunista ganha tons iconoclastas e sombrios. Obviamente, a dupla não consegue exibir grande parte de seus trabalhos na China.
A Execução de Jesus é a mais recente obra dos Irmãos Gao. Na obra, seis figuras de Mao Tsé-tung empunham baionetas contra um Jesus indefeso, enquanto uma sétima, também com o rosto de Mao, segura a arma ao fundo. A obra só pode ser vista no estúdio dos artistas, no Distrito 789, uma espécie de território livre da arte contemporânea chinesa. Os artistas estão negociando sua apresentação em 2010 no Kemper Museum of Contemporary Art, em Kansas-EUA.
Gao Zhen (53) estudou Pintura Chinesa Clássica na universidade, enquanto seu irmão Gao Qiang (47) optou por Literatura. Na metade dos anos 80, os dois começaram a …

Um debate com cheiro de pólvora

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O debate em torno da questão das armas, nos últimos dias, atingiu níveis que só podem ser lamentados. O cheiro de cartuchos detonados já impregna o ar. O tema é sério, é preocupante, é digno de uma reflexão mais isenta e mais respeitosa. Entretanto, nem todos os debatedores aplicaram esta regra.
Entre os muitos argumentos de franco ataque à defesa da paz desarmada, faço questão de citar somente um, mormente por sua origem. É uma manifestação que veio de ninguém menos do que Bene Barbosa, o presidente do Movimento Viva Brasil – entidade que foi constituída em 2005 com o único propósito de vencer o referendo que queria o desarmamento da população civil.
Está óbvio que conseguiram o seu intento. Está óbvio que o resultado de 76,64% dos votos a favor das armas foi fruto do seu trabalho, amealhando votos de uma população desinformada e que sequer tem dinheiro para comprar uma arma. Mas não é este o problema.
Ao conquistarem o direito de ter armas através do referendo, eles imaginam que o res…

The boy who harnessed the wind

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O jovem William Kamkwamba, hoje com 22 anos de idade, viu uma oportunidade de ouro num lugar em que mal conseguiríamos sobreviver. Ele vive no interior do Malauí, um paupérrimo país perdido no meio da África, que faz fronteira com Moçambique. Seu pai é agricultor em Wimbe, uma pequena vila do interior, praticando agricultura de sobrevivência num lugar inóspito, de colheitas reduzidas e secas periódicas terríveis.
Com dois livros de física elementar, um monte de lixo e vento, William criou eletricidade em meio ao nada, abrindo caminho para a luz e para o bombeamento da água do poço, permitindo irrigação da roça e duas colheitas por ano ao seu pai. De quebra, os vizinhos podem abastecer seus celulares.
A ousadia de Kamkwamba chegou ao canal de TV local e correu o mundo. Hoje sua história virou livro, com o título deste post (O menino que domou o vento). Seu sucesso surgiu em meio a miséria, dedicação, senso de oportunidade e muito lixo. Segundo William, na seca de 2000 a sua família e tod…

Uma visita indesejada

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Uma carta do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs-CONIC ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, assinada pelo presidente, o pastor da IECLB Carlos Möller, e pelo secretário-geral, rev. Luiz Alberto Barbosa, critica a visita ao Brasil do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na semana que vem. Segundo a carta, as importantes relações comerciais entre Brasil e Irã não podem ser a única motivação para recebê-lo.

Os direitos humanos são o pomo de discórdia. “Como cidadãos brasileiros, ficamos extremamente preocupados ao testemunhar a aproximação do nosso país com um regime autoritário e perpetuador de graves violações dos direitos humanos, como o dirigido pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad”, diz o texto do CONIC.

A violação sistemática dos direitos humanos tem sido a regra no Irã, inclusive no campo religioso. “É um regime de profunda intolerância religiosa, em que cristãos, judeus e os seguidores da fé Baha’i, dentre outros, sofrem perseguições diárias, inclusive com ameaças …

Os 40 anos do milésimo

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Hoje é um dia muito especial. No dia 19 de novembro de 1969, diante do Maracanã lotado, Pelé marcava, de pênalti contra o Vasco, o milésimo gol oficial de sua carreira. Quarenta anos depois, nem o próprio Rei do Futebol consegue esquecer que as suas pernas tremeram naquela noite.
Não é pelo gol, não é pela figura única de Pelé como o atleta mais admirado de todos os tempos, em todo o Planeta. É como lembrança de um futebol de outros tempos, com outra índole e uma certa inocência perdida. O que Pelé ganhou ao longo de sua vida, é uma merreca diante do que ganham Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Robinho, Cristiano Ronaldo e outros. O dinheiro acabou com o futebol-arte. O dinheiro acabou com os craques. O dinheiro acaba com tudo.
Pelé, que o seu gol continue indelével em nossa memória por muito tempo. Aos que não se contentam com a imagem acima, um link para rever um pouco das peripécias do artista máximo da bola: http://www.youtube.com/watch?v=8QEmnP48PEc&feature=related.

Hyperphotos de Rauzier

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O fotógrafo francês Jean-Francois Rauzier inaugura este mês em Londres a exposição "Hyperphotos". Em suas obras, Rauzier mistura sonho e realidade em composições fotográficas manipuladas no Photoshop. Dando atenção minimalista aos detalhes, o artista monta imagens que parecem reais, mas surpreendem pelos elementos nada convencionais. "Durante longas horas, dias e noites, eu trabalho nas imagens e algumas vezes chego a dormir na frente do computador", disse ele ao jornal britânico The Independent. Rauzier junta no Photoshop algo entre 600 e 3,5 mil fotografias em close de inúmeros detalhes da imagem representada. A costura entre as imagens é tão precisa que mal dá para perceber, mantendo forma e foco nos menores detalhes. A alta definição das imagens, que mantém a mesma qualidade mesmo quando ampliadas mais de 50 metros, também se destaca. Se você quer ver o impressionante trabalho do artista, não precisa ir até Londres. Entre no site http://www.rauzier-hyperphoto.c…

Cadeias e navios negreiros

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A foto aí de cima, de Eliane Gorritti e publicada no Terra, é uma das duas celas do Departamento de Polícia Judiciária de Vila Velha, na região metropolitana de Vitória (ES). Segundo Eliane, que visitou o local, as celas foram interditadas porque havia muita sujeira, terra e até fezes no local. O calor intenso, a insuportável proximidade de dezenas de pessoas, o tempo todo e nenhum espaço. Isto é cadeia no Brasil. Nem as masmorras dos porões dos castelos medievais eram assim.

"A situação lá dentro é lastimável. Muita sujeira, lixo, água e fezes boiando. Enquanto escavavam, os presos foram juntando terra em duas celas. Um cano estourou e a água ficou represada no local. O resultado é realmente crítico", descreveu o delegado Mário Brocco para Eliane. Mais de 250 presos ocupam um espaço onde por lei só deveriam estar 36 pessoas. Presos também ocupam a recepção da unidade.

Nem mesmo os navios negreiros eram tão entulhados de gente. Não será dessa maneira que o Brasil vai ser resp…

Os três grandes problemas da Aldeia

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Hoje, a comunidade científica está cada vez mais inquieta com três grandes problemas que se avolumam e não têm solução à vista:

A Crise Social – Ela consiste no fosso cada vez maior entre ricos e pobres. Cerca de 20% dos mais ricos do mundo consomem 80% de tudo que se produz e, em seu consumo desmedido, poluem o planeta. Se cada pessoa que vive hoje no mundo quisesse viver conforme o padrão de consumo médio norte-americano, seriam necessários dois e meio planetas Terra.

A Crise do Sistema de Trabalho – A modernização tecnológica e a robotização dispensam cada vez mais a força do trabalho humano. O uso de alta tecnologia gera sempre mais desemprego e acumulação de riquezas nas mãos dos grandes empresários. Como resultado, temos pobreza endêmica, violência generalizada e apelo à contravenção como meios de sobrevivência. Vivemos uma guerra civil e o caos social.

A Crise Ambiental – Os recursos renováveis do planeta Terra estão chegando à exaustão. O ser humano se constitui no “câncer da T…

A república, a democracia e o voto

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Foto histórica da campanha pelas Diretas, em 1984. A luta desses políticos foi a porta de entrada para o retorno do direito do voto no Brasil, no dia 15 de novembro de 1989.

No dia 15 de novembro, o Brasil teve duplo motivo de comemoração. O primeiro deles é o dos 120 anos da Proclamação da República, embora nessas 12 décadas que se passaram ainda não conseguimos acabar com os principais males que motivaram o fim do Império e o início de um novo tempo na maneira de governar o Brasil. Como nos tempos do Império, velhas oligarquias continuam manejando as marionetes. Ainda é assim que grande parte do poder está nas mãos dos grandes proprietários de terras e dos que compram o poder com o seu dinheiro - muitas vezes amealhado justamente pelas facilidades que a proximidade com o poder dá.
Entretanto, a República trouxe a participação popular para perto do poder, mesmo que em 1889 ainda valesse a regra de que era necessário ter posses e ser homem para votar. Os ex-escravos, os meeiros, os oper…

Ser da paz é babaca

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Os defensores da sociedade armada em defesa da família uniram forças para defender o artigo do colunista Cézar Zillig, na última segunda-feira, na qual o escritor e médico defendeu a idéia de que a segurança depende do amplo acesso da população a armamentos, para se protegerem dos larápios e invasores de propriedade alheia. De quebra, Zillig criticou outro colunista do Jornal de Santa Catarina, colega seu, que tem defendido meios mais pacíficos de convivência.
Em resposta a Zillig, escrevi ao jornal uma manifestação, publicada na terça-feira: "O estimado colunista Cezar Zillig, sempre tão ponderado em sua coluna, acaba de anular o Estado Constitucional de Direito e instituir a república da justiça pelas próprias mãos, remetendo a humanidade de volta à Idade da Pedra. De minha parte, peço a Deus que nos livre de uma sociedade assim. Armas, só nas mãos da polícia e, mesmo ali, elas têm feito lambança demais."
Nos dias seguintes, diversas cartas e até um artigo de leitores deram …

A vida no escuro

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Todo mundo assustado com o apagão? Isso vai acontecer mais vezes? De quem é a culpa? Alguma coisa será feita para evitar que isso se repita? Essas são algumas das perguntas. Há muitas respostas. Umas querem apagar o fogo e outras jogam gasolina na fogueira. Mas o buraco, minha gente, é mais embaixo.

Em primeiro lugar, o Brasil não tem problema de geração de energia. O Brasil tem problema de transmissão da energia gerada. Por isso, esta reação em cadeia. Cai um poste na linha Paraná-São Paulo e começa uma sequência de dominó que ninguém sabe em que ponto do país vai parar. Todo o sistema está interligado e num emaranhado tão grande qual um novelo de lã que passou pela fanfarrice de um gatinho. Ninguém sabe de onde vem a energia consumida aqui, em São Paulo ou em Brasília. As usinas são todas ligadas num imenso emaranhado de fios e, quando cai uma delas fora, é o caos. Ainda mais se for Itaipu.

Em segundo lugar, isso é só o começo. Já faz um tempão que ninguém leva a sério os avisos que v…

O livre mercado não satisfaz

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Vinte anos depois da queda do muro de Berlim, a maioria das pessoas não está satisfeita com o capitalismo. A afirmação é resultado de um estudo britânico, realizado em 27 países, segundo o qual a melhor impressão sobre a economia de mercado ficou por conta dos americanos e dos paquistaneses.

De resto, a insatisfação com o capitalismo impera ao redor do planeta. O estudo da BBC de Londres foi divulgado no dia 9 de novembro. Segundo ele, somente 11% dos entrevistados em 27 países eram de opinião que o capitalismo, em sua forma atual, funciona bem. Para 27% a economia de livre mercado comete muitos erros – na França 43% pensam assim, no México 38% e no Brasil 35%. Em contrapartida nos EUA e no Paquistão um entre cinco estavam satisfeitos com a atual ordem econômica.

Tendo a pior crise econômica mundial da história recente como pano de fundo, 51% dos entrevistados é de opinião que o mercado precisa ser regulado com maior rigor. Em média 23% pensam que uma ordem econômica totalmente nova dev…

Die Mauer

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Die Mauer 1 - O mundo ficou pasmo no dia 9 de novembro de 1989. Os noticiários e jornais do mundo todo exibiam a euforia dos alemães da República Democrática Alemã-RDA, empoleirados sobre o até então intransponível muro de Berlim. O motivo da euforia era plenamente justificado. Acabava naquele dia uma das maiores "nações-cadeia" da história humana. Na prática, acabava ali a Guerra Fria. Com o fim do muro e o posterior desmonte da Cortina de Ferro, acabava também a União Soviética. Uma nova era na história humana estava sendo lançada naquele momento de alegria infantil, de gente pulando sobre o muro e abraçando estranhos como se fossem familiares.
Vinte anos depois, a nação alemã reunificada celebra - já não tão eufórica - a lembrança daquele dia. É que a República Federal da Alemanha-RFA pagou a conta dessa unificação. O fim do muro, que praticamente caiu de maduro, custou caro à nação mais desenvolvida da Europa, afetando dramaticamente seu poder aquisitivo e seu poderio eco…

Olho por olho

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A resposta dos EUA ao ataque que derrubou as torres gêmeas de Nova York, em 11 de setembro de 2001, veio. E na forma que já se poderia adivinhar: com mais armamento. Um monumento no lugar dos prédios derrubados já não tem mais necessidade de ser. Ele já existe.
A marinha americana apresentou, na semana passada, seu mais novo navio militar, o USS New York. A sua poderosa carcaça é feita de aço. Uma pequena parte, porém, contém um tipo de aço muito simbólico: sete toneladas do aço que sobrou das torres gêmeas derrubadas no dia em que o orgulho americano foi ao chão.
Ele foi apresentado publicamente em Nova York. Em terra, policiais, militares e muitos parentes das vítimas do atentado, admiraram o mais novo símbolo nacional de superação de uma tragédia, com direito a salva de canhões em homenagem às quase três mil vítimas mortas nas torres gêmeas.
É uma homenagem, sim. Mas é também uma resposta à altura e no grau exato de belicosidade americana. Não há espaço para a paz quando a homenagem …

O mundo marcha pela paz

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Iniciou no dia 2 de outubro e deve terminar no dia 2 de janeiro a primeira Marcha Mundial pela Paz e pela Não-Violência. A Marcha foi lançada durante o Simpósio do Centro Mundial de Estudos Humanistas no Parque de Estudo e Reflexão Punta de Vacas (Argentina), em 15 de novembro de 2008.
O objetivo dos organizadores é criar consciência frente à perigosa situação mundial que atravessamos, marcada pela grande probabilidade de conflito nuclear, pelo armamentismo e pela violenta ocupação militar de territórios.É uma proposta de mobilização social sem precedentes, impulsionada pelo Movimento Humanista através de um de seus organismos, o Mundo sem Guerras.
Em poucos meses, a Marcha Mundial já teve a adesão de milhares de pessoas, agrupações pacifistas e não-violentas, diversas instituições, personalidades do mundo da ciência, da cultura e da política, sensíveis à urgência do momento. Também inspirou uma grande diversidade de iniciativas em mais de 100 países, configurando um fenômeno humano em …

Uma mulher à frente dos luteranos alemães

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Margot Kässmann é uma mulher de fibra. Admirada e respeitada, ela é pastora luterana e bispa da sua igreja territorial da Baixa Saxônia, na Alemanha. Suas opiniões firmes e bem-fundamentadas têm tido cada vez mais ouvidos atentos em todo o mundo. Criticada no início, por ter abertura ecumênica e social e inovar no exercício do ministério pastoral, ela foi conquistando admiradores e o respeito dos adversários a ponto de ser escolhida Mulher Alemã do Ano, em 2006. Na presidência da sua igreja territorial, ela estendeu a mão em direção à Igreja Católica e disse que, apesar das diferenças, há mais pontos em comum do que questões que separam as duas confissões. Também referiu-se aos temas sociais, como a política de asilo, a pobreza, o cuidado das crianças, dos idosos e dos doentes. Comentou abertamente as dificuldades pelas quais passou na sua vida pessoal, de modo especial o divórcio e a luta contra um câncer (http://www.alcnoticias.org/).
Agora, no dia 25 de outubro, aos 51 anos, ela torn…

Um Novolhar sobre a Bíblia

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Já está circulando a edição número 30 (novembro e dezembro de 2009) da revista Novolhar. Até parece mentira, mas já foi divulgado um bocado de informação ao longo das mais de 1200 páginas já publicadas. Foi enriquecedor ter participado desta caminhada.
O tema da edição de número 30 da nossa revista é a Bíblia. Diversos especialistas debruçam-se sobre o texto maior da fé dristã e o dissecam sob diversos ângulos. Os autores revelam como surgiram os escritos bíblicos a partir de relatos transmitidos oralmente por gerações e como foi formado o cânone da Bíblia que chegou aos nossos dias com o título de Bíblia Sagrada. Você também fica sabendo como o texto bíblico é alvo dos mais diversos abusos e distorções e fica sabendo que no Brasil está a maior gráfica da Bíblia de todo o mundo, em Barueri, na sede da Sociedade Bíblica do Brasil.
A Novolhar número 30 também aborda outros assuntos, como os 120 anos da República, as maiores religiões do mundo, os 100 anos de existência dos albergues da ju…