O cerco se fecha


O estrangulamento lento e seguro do site Wikileaks e das indiscreções de Julian Assange é fato quase consumado. Enquanto o site busca meios para sobreviver, hoje (24.02) um tribunal do sul de Londres autorizou a extradição de Assange. Ele vai recorrer a uma instância superior, mas a palhacada do seu julgamento vai levá-lo diante dos tribunais e, dali, às masmorras dos EUA. Ele é acusado de ter feito sexo consentido sem camisinha - que passou a ser sexo não consentido no meio da relação, e com uma mulher que tem fortes ligações com a CIA (coincidência isso, não?).

Para ajudar a manter o site no ar, seus apoiadores podem comprar, numa loja virtual (http://wikileaks.spreadshirt.com/), artigos inspirados na luta do Wikileaks e na imagem granjeada pelo seu fundador, o jornalista Julian Assange. Camisetas, bolsas, bottons, bonés, guarda-chuvas e cachecóis estão na lista de produtos com a marca e a luta do site. Há até uma camiseta em que Assange aparece com a famosa boina de Che Guevara.

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