Capa da edição de abril, mostrando o novo projeto gráfico do Caminho.

Por ora, me atenho ao Caminho. Talvez o processo mais desafiador desta experiência no jornal foi a impressionante transformação tecnológica pela qual passou a formatação de jornais nesses últimos quinze anos. E a gente tendo que acompanhar isso tudo... Foi uma gigantesca caminhada de readaptações, de novas aprendizagens e de mundos desconhecidos a serem desbravados, desde o velho Past-Up ao processo inteiramente digitalizado. E tudo isso está longe de se estabilizar, porque a tecnologia nos obriga a novas adaptações cada vez mais velozes e avassaladoras.

O resultado de tudo isso, entretanto, é gratificante. Cada nova edição do jornal, pronta e diagramada, com cada uma de suas palavras colocadas no seu devido lugar com amor, arte e profissionalismo crescente, é para mim motivo de orgulho e de gratidão. Agora, em que O Caminho chega aos 25 anos com uma maturidade editorial e visual digna dos grandes jornais, e demonstra também um bom nível de linguagem comunicacional séria e confiável, não posso deixar de expressar minha satisfação por ser uma parte importante desta caminhada. (continua no próximo post)

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