Niemeyer, quase 105 anos...


Há dois nomes brasileiros que todo mundo conhece no mundo. Pelé é conhecido na Europa, nos EUA, no Tibete e nas savanas africanas. O outro nome que é uma unanimidade mundial é o do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Ele deixou marcas nos EUA, na Europa, em Argel. Ele é um ícone da arquitetura, o único que tem mais de 100 obras de sua lavra consideradas famosas.

O poeta do concreto morreu ontem à noite, aos quase 105 anos, que completaria no próximo dia 15 de dezembro. Seu poço inesgotável de criatividade deixou uma das mais preciosas marcas que o século 20 transborda, atual, para dentro do século 21. Para nós, brasileiros, o arquiteto de Brasília moldou uma das mais geniais cidades do mundo. Nessas linhas, minha singela homenagem ao arquiteto e ao homem extraordinário que foi Niemeyer.

Sem Deus, construiu as mais significativas igrejas depois de Notre Dame, da basílica de São Pedro ou de Westminster. "Para que o homem saiba a sua pequenez dentro da imensidade do universo", definia ele, ao traçar as incríveis curvas de uma dúzia de templos magníficos e que se tornaram a pregação de Deus vinda de um ateu para falar à alma dos cristãos, sempre tão ciosos em condenar quem não crê.

Nas fotos a seguir, retiradas de uma coleção fantástica publicada no site da Folha de S.Paulo, minha comovida homenagem a um dos maiores brasileiros de todos os tempos. Na sequência, o arquiteto em 2005, em 1965 e ao lado de Jucelino Kubitscheck. Na última foto, o gênio junto da maquete do Planalto.




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