Dirty Harry em papo cabeça com Obama



Uma aparição-surpresa, seguida de um bizarro discurso-diálogo com uma cadeira vazia onde deveria estar sentado um imaginário Barak Obama. Esta foi a patética aparição da legenda hollywoodiana Klint Eastwood, na convenção do Partido Republicano, na noite de ontem, 30 de agosto. “Não seria hora de, talvez, permitir que um homem de negócios se torne presidente?”, o ator ancião pergunta para a imóvel cadeira. A plateia delira. 

“Quem sabe, está na hora de o senhor liberar esta cadeira, para que o sr. Romney sente nela”, continua a conversa com o imaginário presidente. “O senhor pode até continuar usando o avião, talvez um menorzinho, que não gaste tanto combustível, e viajar por aí apresentando planos malucos de recuperação econômica”. 

A conversa engraçadinha do ancião, que os fãs de Dirty Harry (Perseguidor Implacável, 1971) aplaudiam com entusiasmo, não agradou muito aos dirigentes do partido. Mas o velho conseguiu dizer uma frase com clareza: “Quando alguém não dá conta do seu trabalho, precisamos demití-lo”.

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