Adeus, Whitney



Whitney Houston, um nome para não ser esquecido. A mais extraordinária intérprete musical de todos os tempos, tinha uma voz e um domínio do canto como jamais vi em ninguém. Suas interpretações me causam arrepios só com o que está gravado na minha memória, mesmo sem ouvir o belíssimo timbre de sua voz.

Ao mesmo tempo em que foi agraciada com dom tão fenomenal, Whitney foi vítima dele. Por conta do veludo que eram suas cordas vocais, ela tornou-se mais uma vítima precoce da fama. Morreu aos 48 anos, desgraçada pela fama, pelas drogas, pela vida.

A estrela dos anos 80 e 90, a detentora de seis Grammys, a cantora que mais vendeu no mundo da música nessas duas décadas, morreu só. Sua esplendorosa voz era ainda somente uma vaga lembrança do que foi. Ela era, mesmo, uma super-diva. E era linda. Mas tudo se foi, vencido pelo espantoso sucesso, que a derrotou e a levou ao dramático fracasso da sua própria vida.

Como singela homenagem (que mais posso fazer?), deixo com você a Diva cantando sua mais brilhante, genial, celestial interpretação de toda a sua carreira: “I Will Always Love You”. So, Whitney, I will also Love you, always... always!

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