Os refugiados do clima

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Cada vez mais pessoas, especialmente nos lugares mais pobres do planeta, estão sendo desalojadas de suas regiões de natalidade por causa de catástrofes provocadas pelas mudanças climáticas. É um novo tipo de exílio, que deve aumentar muito nos próximos anos: o das pessoas que perdem o seu “chão” por causa de tragédias ambientais. Essas pessoas são classificadas como refugiados do clima.

O Conselho Português para os Refugiados (CPR) é uma ONG sem fins lucrativos, cujo objetivo principal é promover, através de análises, trabalhos e trocas de informações, uma política de asilo mais humana e liberal, a nível nacional e internacional.

Esse é um de dois anúncios que foram criados pela ONG para promover o seu nono Congresso, e introduzem um conceito ainda desconhecido para a maioria das pessoas: de que as mudanças climáticas devem aumentar todos os anos o número de pessoas refugiadas por causa do clima.

Agora, além os refugiados políticos, deve crescer muito o número dos refugiados do clima. “Até o ano de 2050, haverá mais de 200 milhões de refugiados devido às mudanças climáticas”, diz o texto, que convida para o debate sobre o assunto no referido congresso. “Em breve, o clima será o nosso maior opressor”, aponta a reflexão principal da peça publicitária. A criação é da agência publicitária portuguesa DraftFCB.

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